Namoro?! Não!!!

Compreendendo a Vontade de Deus para o Solteiro.

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Eu vou passar pela cruz

Deus falou muito comigo através da letra desta canção! Espero que Ele também possa relambrar aos meus irmãos solteiros o glorioso chamado que temos de viver não pra nós mesmos! Os jovens desse mundo tem o exemplo de grandes jurístas, grandes desbravadores, grandes médicos, grandes jogadores, mas precisam deseperadamente do testemunho de solteiros que se renderam completamente a Jesus e vivem, não para seus próprios prazeres, mas para o inteiro agrado de Deus.

Não quero ir por atalhos
Quero seguir o caminho
Que tu preparastes pra mim, Senhor
Quero agradar o teu coração
Te obedecer é sempre o melhor
Não quero ter tuas bênçãos
Sem antes passar pela cruz

Eu vou passar pela cruz
E me quebrantar
Vou passar pela cruz
E me arrepender
Vou passar pela cruz
Que ainda está manchada de sangue
Por tanto me amar
Vou passar pela cruz
E nela me ver
Vou passar pela cruz
E erguer um altar
Onde a oferta sou eu
Crucifico o meu eu
Te agradeço, oh, Jesus
Pela cruz

Fui comprado na cruz
Gerado na cruz
Redimido na cruz
Restaurado na cruz

Fui comprado na cruz
Restaurado na cruz

Eu vou passar pela cruz
E me quebrantar
Vou passar pela cruz
E me arrepender
Vou passar pela cruz
Que ainda está manchada de sangue
Por tanto me amar
Vou passar pela cruz
E nela me ver
Vou passar pela cruz
E erguer um altar
Onde a oferta sou eu
Crucifico o meu eu
Te agradeço, oh, Jesus
Pela cruz

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Olá, Solteiros! Que tal, nesse caminho, nos fazermos a seguinte pergunta: a quem estou buscando agradar? A mim? A minhas emoções? Aos outros? Ou a Deus?

“E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada” João 8:29

Busquemos agradar a Deus! Ele anseia por estar conosco!
Perseveremos em Santidade!
Veremos a Deus!

Olá, Solteiros! Que tal, nesse caminho, nos fazermos a seguinte pergunta: a quem estou buscando agradar? A mim? A minhas emoções? Aos outros? Ou a Deus?

E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada” João 8:29

Busquemos agradar a Deus! Ele anseia por estar conosco!

Perseveremos em Santidade!

Veremos a Deus!

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Tenho visto todo dia: Amor não é o que eu quero pra mim. Amor é o que Deus quer pra nós.

“Também os predestinou para serem conformes a imagem de seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito dentre muitos irmãos” Rm 8:29

Tenho visto todo dia: Amor não é o que eu quero pra mim. Amor é o que Deus quer pra nós.

“Também os predestinou para serem conformes a imagem de seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito dentre muitos irmãos” Rm 8:29

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FUJA!!!

É muito interessante como a Bíblia nos enche de coragem para enfrentar quaisquer adversidade, nos recomenda a sermos firmes, não temermos diante dos nossos maiores inimigos, porém, quando se trata de tentação, de pecado, de paixões, a bíblia é clara:

FUJA!!!!!!!!

Deus sabe que a nossa carne não se converte, não fica “boazinha”! A carne está intimamente ligada à habitação do pecado em nós, 24h querendo nos fazer pecar, se embaraçar, manchar, ferir os outros, me escravizar e me tirar da graça de Deus. Deus não quer ver o quanto suportamos a tentação, Deus nos determina: Fuja!

Temos que guardar algumas coisas: Devemos guardar nossos olhos, nossos pensamentos, nossos membros, nossas palavras… Mas, sobretudo que se deve guardar, devemos guardar nosso coração. Mantê-lo limpo, bonitinho, com Jesus ali: no centro, reinando, reinante! Tem um lugar desse meu coração que eu não posso dar a outra pessoa.

Ninguém deveria se permitir colocar uma pessoa, um relacionamento, ou qualquer outra coisa neste lugar do nosso coração: o lugar de devoção, dedicação, atenção, culto, descanço, esperança e paz. Tem um lugar ai, que é de Jesus! E ele não invade, nem vai ficar ai se você quiser colocar outra coisa. Ele está batendo na porta. Quem ouvir a sua voz… ceiará com ele e com o Pai.

Se, pra guardar nossa pureza de coração, Jesus nos aconselha a arrancar nossos olhos, o que vocês acham que ele aconselharia a fazer com os filmes, as novelas, o msn, o facebook, o orkut ou o tumblr? Ele Continua aconselhando a mesma coisa: fuja da impureza. Fuja da tentação. Fuja das paixões da juventude.

Sugiro, seguirmos de coração as orientações de nossos líderes, pastores e apóstolos, e levarmos a sério com temor e tremor as palavras de Jesus e seus apóstolos, com todo o Conselho de Deus para os solteiros.

Tomemos decisões sérias pelo Reino de Deus.

Abraços.

(Foto de Alfonso Paz).

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Eu estava vendo este comercial, o qual me lembra que o tempo que se chama “hoje” é um presente de Deus. Eu posso ser santo hoje. Eu posso amar com o Amor de Jesus hoje. Eu posso entrar na presença de Deus e ser dele hoje. E não andar inquieto com o amanhã, e não perder o “hoje” me culpando pelo passado.As coisas antigas já passaram!

Cristo é a segurança que temos.

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“Algum dia”.

Li hoje um poema que me fez lembrar na soberania de Deus, em fazer com que todos os seus planos sejam cumpridos, e sua obra em nós completa! O Tempo está ao nosso favor, bem como todas as coisas. Porque deveriamos andar ansiosos por algumas coisa? Que a paz de Deus guarde nossos corações enquanto perseveramos até o fim.

Um dia, quando todas as lições da vida forem aprendidas,

E o sol e estrelas se recolheram para sempre,

As coisas que os nossos fracos julgamentos aqui des­prezaram,

As coisas sobre as quais nós nos afligimos com açoites,

Irão se iluminar à nossa frente, saindo da noite escura da nossa vida,

Como as estrelas brilham em tons mais profundos de azul;

E veremos como todos os planos de Deus são corretos,

E o que parecia reprovável era o amor mais verdadeiro.

Então esteja contente, pobre coração;

Os planos de Deus, como lírios, puros e brancos, desabrocham;

Não devemos abrir a força as pétalas ainda fechadas. –

O tempo revelará os cálices de ouro.

E se, através do trabalho perseverante, alcançarmos a terra

Onde pés cansados, com as sandálias desamarradas, poderão descansar,

Quando veremos e compreenderemos claramente,

Acho que iremos dizer: “Deus sabia o que era o melhor!”

May Riley Smith


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Padrão

“Torna-te padrão dos fiéis”. A bíblia se refere nesse texto a um “modelo”. Deus tem um modelo para os fiéis, e ele nos chama, a nós solteiros, a assumirmos, a nos conformarmos a esse modelo, a esse padrão.

“para que sejamos conformes a imagem de seu Filho” Rm 8:29 “Até que todos cheguemos… à medida da estatura da plenitude de Cristo” Ef 4:13

Nenhum solteiro deveria ficar se queixando de “isso ou aquilo” ser “radical”, muito pesado. Somos chamados a um padrão de excelência em Cristo, cujo solteiro mais radical, padrão dos fiéis, foi Jesus o qual:

Assumiu a culpa no lugar de outro, não tinha onde reclinar a cabeça, lhe negaram água, lhe negaram respeito e honra e credibilidade, foi cuspido e esbofeteado sem abrir a boca para murmurar ou se queixar de alguma coisa, levado à cruz no lugar dos seus irmãos, esquecido no inferno, onde foi castigado no lugar de todos os homens. Nunca cobiçou uma mulher com seus olhos, nunca teve uma intensão ou um desígnio de egoísmo, nunca foi insubmisso, rebelde, independente, mas foi chamado de belzebu, de maioral dos demônios.

Bem, não sei o que alguns solteiros acham radical. Outro dia li na história que André morreu crucificado, Pedro também. Paulo morreu ao fio na espada, como Tiago irmão de João; o outro Tiago, assassinado, apedrejado, como Estevão. Alguns mortos em fogueiras, outros em coliseus, comidos por feras, outros tiveram suas casas saqueadas, seus familiares mortos e membros do corpo amputados.

Não sei, não sei!

Se existe algo radical, eu sei o que é: é o padrão de Deus em Cristo Jesus! Que o mundo odeia e nós amamos.

Qual a nossa esperança para alcançar este padrão?

Jesus. Ele é a nossa esperança! Ele foi o homem que alcançou! Ele nos ama, não desiste, não se cansa, não dormita, não para, não vacila, não se perde, não desaba, não nos deixa! Ele é poderoso, fiel, eterno, soberano, exaltado, glorificado, invencível, amável, sábio, e onipotente.

Trago uma boa notícia pra você: podemos ser iguais a Jesus. E sim, isso é radical, e é para aqueles que verdadeiramente querem viver de maneira radical!

“Cristo em nós, a esperança da glória”

Cl 1:27

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Malaquias 3.16-18

“Depois aqueles que temiam ao Senhor conversaram uns com os outros, e o Senhor os ouviu com atenção. Foi escrito um livro como memorial na sua presença acerca dos que temiam ao Senhor e honravam o seu nome.

No dia em que eu agir, diz o Senhor dos Exércitos, eles serão o meu tesouro pessoal. Eu terei compaixão deles como um pai tem compaixão do filho que lhe obedece.

Então vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio, entre os que servem a Deus e os que não o servem.”


Ouvi isso em uma pregação hoje, sobre os muros e Neemias. Não creio que seja por acaso que vi hoje no Pela Manhã… Deus odeia a indefinição. Temos que ter cuidado para não acharmos normal o que Deus acha anormal. Precisamos pedir a Deus que nos livre de nós mesmos. Não custa lembrar: não existe o Reino da Penumbra. Que Deus nos livre do engano!

Esther Góes.

Amém!

Deus quer santificar os seu povo! O padrão é este: cada dia mais separados, espelhando a santidade daquele que nos chamou, tirando o mundo dos nossos corações, e edificando os muros de uma cidade celestial! Cujos tijolos somos nós!

“Jovens, eu vos escrevi porque sois fortes e a palavra de Deus permanece em vós e tendes vencido o maligno”. Edificar Muros = separar um coisa de outra. Aquele que é santo, santifique-se ainda.

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“Ide, fazei discípulos”

Compreendendo a Vontade de Deus para o Solteiro (para o solteiro, para o casado, para o viúvo, para o novo, para o velho, para as moças, para as senhoras, para os mancebos, para os jovens, para os senhores, para os líderes, para os recém-convertidos, para os pastores, para as crianças, para os santos do Senhor Jesus)! Compreendendo a vontade de Deus pra mim.

Vídeo: O que é ser verdadeiramente um discípulo e Igreja.

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Mulheres e meninas, por favor, evitem se vestir ou tirar fotos de maneira sensual. Assim, vocês complicam nossa vida. Amo vocês!
Estêvâo Avillez (via savillez)

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O Quarto

Este é o sonho de um pastor americano chamado Johua Harris, o qual ele chamou de “O Quarto”. Outro dia li em um de seus livros, “Eu disse adeus ao namoro”, e pra quem lê inglês, está também no seu blog joshuaharris.com. Espero que Deus possa falar com você, como ele falou comigo. Há chance para recomeçar! Eu ainda posso ter uma vida em santidade, em pureza, esperar, me guardar, por Jesus, o qual purifica o meu passado e o meu presente! Me dá uma nova vida em Cristo.

Bem, Boa Leitura! =)

Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes ar­quivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproxi­mar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei.” Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.

E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anota­das as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.

Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosida­de, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trou­xeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando. Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí.”

Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li,” “Mentiras que contei,” “Conforto que ofe­reci,” “Piadas de que eu ri.” Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva,” “Coisas que murmurei contra meus pais.” Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas? Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria cali­grafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.

Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi,” eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergo­nhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo repre­sentava.

Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros,” senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.

De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamen­to dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver es­tas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!” Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei de­sesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la.

Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o ar­quivo no seu lugar. Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, qua­se sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.

E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os solu­ços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergo­nha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.

Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Ô, qualquer um, menos Jesus.

Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele come­çava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não agüentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?

Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou co­migo.

Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Não” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que con­segui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão es­curo, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.

Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamen­te, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse:  “Está consumado”.

Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto. Não havia tranca na porta. Ainda havia fichas a serem preenchidas.